O aprofundamento de uma parceria estratégica e estrutural como aquela que temos mantido e reforçado com a Confederação dos Agricultores de Portugal, tem permitido alcançar resultados com reflexos diretos na vida e rendimento dos nossos Agricultores.
Nas questões sociais e de fiscalidade, a CAP desenvolveu um trabalho meritório na defesa das suas associadas, em que foi possível isentar de pagamento de segurança social e IRS, pequenos produtores agrícolas e mais recentemente, reduzir para a taxa mínima de IVA, uma boa parte de prestação de serviços, relacionados com a agricultura, tendo permitido desta forma, que num contexto difícil e adverso como aquele que atravessamos, os rendimentos dos agricultores sejam devidamente defendidos.
Por outro lado, o adiamento conseguido a nível nacional para 1 de Julho da aplicação das novas regras dos Bens em Circulação, poderá constituir uma boa oportunidade para todos, de modo a corrigir em muito a aplicação na prática deste novo regime.
Da nossa parte, tudo faremos para que esta medida absurda não entre em vigor tal como está prevista, porque a vida dos agricultores pode ser significativamente afetada, por uma lei que é feita por quem não conhece a realidade.
Contamos igualmente com o conhecimento da CAP a nível europeu para que a Agricultura Açoriana consiga atingir os seus objetivos na Politica Agrícola Comum para o período 2014-2020, que passa necessariamente, pelo reconhecimento da especificidade da nossa região.
Esta colaboração tem igualmente permitido ao longo dos anos, a participação de elementos da Confederação dos Agricultores de Portugal em vários eventos realizados pela Associação Agrícola de São Miguel e pela Federação Agrícola dos Açores na região.
Estas são algumas das razões porque vale a pena ser associado duma Instituição credível, como é a Confederação dos Agricultores de Portugal.